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Ela tinha tudo certo, mas faltava o essencial: sentido

  • Foto do escritor: Cleyson Dellcorso
    Cleyson Dellcorso
  • 5 de set.
  • 1 min de leitura

Depois dos 50, a vida não termina — pode, na verdade, começar de novo.

 

Recentemente acompanhei a história de uma mulher com mais de 50 anos que me marcou profundamente.Ela me contou que, ao olhar para a própria vida, sentia como se tivesse vivido sempre no piloto automático: cumpriu papéis, atendeu expectativas, trabalhou duro. Mas, ao chegar nessa fase, uma pergunta começou a incomodar: “E o sentido disso tudo?”

Não era falta de conquistas, e sim a sensação de vazio. Ela dizia que tinha tudo “certo”, mas não se sentia inteira.Foi nesse momento que, em nossas conversas, propus algo simples: trocar a busca por respostas rápidas pelo exercício de fazer melhores perguntas. Quem sou eu hoje? O que é realmente importante para mim? Como quero ser lembrada?

Com o tempo, percebi que sua expressão mudou. Onde havia angústia, começou a surgir clareza. Onde havia pressa, apareceu um novo ritmo.A filosofia, quando aplicada à vida, não oferece fórmulas mágicas, mas nos convida a enxergar caminhos que estavam escondidos.

Essa mulher descobriu que ainda tinha muito a criar e compartilhar — não porque encontrou uma resposta definitiva, mas porque aprendeu a viver de forma mais consciente.



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