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Sentido de Vida e Propósito: a distinção que pode mudar sua trajetória

  • Foto do escritor: Cleyson Dellcorso
    Cleyson Dellcorso
  • 16 de set.
  • 1 min de leitura

Muitas vezes usamos “sentido de vida” e “propósito de vida” como se fossem a mesma coisa. Mas será que são?O propósito parece apontar para fora: metas, carreira, projetos, conquistas. Já o sentido, muitas vezes, é silencioso, interior, ligado à forma como me relaciono comigo mesmo e com o mundo. Posso ter grandes propósitos e, ainda assim, sentir um vazio. Posso não ter metas grandiosas e, mesmo assim, perceber um profundo sentido no viver.

Essa distinção é desconfortável porque nos faz perguntar: o que realmente me move? Estou correndo atrás de algo porque me disseram que deveria ou porque faz sentido para mim?

Tenho visto muitas pessoas próximas da aposentadoria, ou em fases de transição, se angustiarem exatamente com essa questão. Talvez a crise não esteja em “perder o propósito”, mas em nunca ter parado para investigar o próprio sentido.

E aqui vai uma provocação:se amanhã seus propósitos acabassem, sua vida ainda faria sentido?

Essa pergunta não é confortável, mas pode ser libertadora.É nesse espaço de reflexão que a filosofia se torna prática, concreta e transformadora.Porque não basta viver correndo atrás de algo — é preciso compreender se a vida que levo tem fundamento, direção e coerência comigo mesmo.

Às vezes, um simples diálogo filosófico é o primeiro passo para essa clareza. Se esse tema ressoou em você, podemos conversar.

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